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MOUZ derrota a FURIA em um tenso quartas de final do IEM Cologne 2025

Notícias
ago 02 2025
324 visualizações 5 minutos de leitura

Tudo em Colônia levou a este momento: MOUZ, uma das equipes mais consistentes do ano, enfrentou a ambiciosa FURIA nas quartas de final do IEM Cologne 2025. A série foi o exemplo perfeito do porquê CS2 continua sendo um dos esports mais emocionantes — três mapas, dezenas de clutches, agressividade, disciplina e nervos esticados ao limite. Após uma batalha exaustiva, foi a MOUZ que levantou os braços — uma vitória por 2–1 e o bilhete para as semifinais.

Encontro anterior: memórias da ESL Pro League Temporada 21

Não foi apenas mais uma partida. Apenas algumas semanas atrás, MOUZ e FURIA se enfrentaram na ESL Pro League Temporada 21. Naquela ocasião, MOUZ conquistou a vitória por 2–1, e muitos acreditaram que haviam “decifrado” o estilo de jogo brasileiro.

Agora, a história se repetiu — mas com uma nova camada de drama. A FURIA tentou provar que havia aprendido a lição e que poderia superar o adversário. E, embora desta vez tenham chegado mais perto da vingança, a MOUZ encontrou mais uma vez o caminho para a vitória.

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Fluxo da partida

Train – um começo desgastante (19:16 MOUZ)

A série começou com a escolha da FURIA, Train, e os brasileiros queriam surpreender os adversários. Eles fizeram a MOUZ suar: molody abriu o jogo com confiança destemida, vencendo duelos iniciais; YEKINDAR pressionou constantemente os flancos; e FalleN lia a partida como um livro aberto.
Mas na prorrogação, torzsi assumiu o protagonismo — seu AWP fez a diferença. Dois clutches cruciais e uma série de peeks ousados garantiram um suado 19:16 para a MOUZ. Eles roubaram o pick da FURIA, mas a um alto custo.

Mirage – FURIA reage (13:10)

A FURIA não ia cair em silêncio. FalleN orquestrou calls precisos, molody e KSCERATO abriram a defesa da MOUZ com ataques ousados aos bombsites, e YEKINDAR puniu cada rotação mal cronometrada.
Mirage mostrou porque a FURIA é temida em suas escolhas de mapa. Os brasileiros fecharam em 13:10, empatando a série e provando que tinham um plano para a virada.

Inferno – um desfecho a sangue frio (13:11 MOUZ)

O mapa decisivo se resumiu a nervos e disciplina. A FURIA venceu a primeira metade por 7:5 — a boa fase de molody continuou, e FalleN conduziu seu time como um maestro. Parecia que eles poderiam empurrar a MOUZ para o limite.

Mas após a troca de lados, Spinx e torzsi entraram no “modo semifinal”. Eles assumiram rounds chave, conseguiram dois grandes clutches 1v2 e viraram o jogo. O mapa terminou 13:11 — e com isso, a MOUZ comemorou uma vitória muito suada.

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Estatísticas dos jogadores da partida

MOUZ: uma marcha fria rumo à semifinal

A MOUZ mais uma vez provou que, mesmo quando o roteiro não está a seu favor, eles permanecem uma equipe que nunca entra em pânico — simplesmente constroem a vitória passo a passo.

  • torzsi foi a pedra fundamental desta série — seu AWP não apenas acumulou kills; ele aplicou uma pressão implacável sobre a FURIA. Seus clutches em Train e Inferno foram decisivos, mudando o momentum e destruindo a confiança dos brasileiros.
  • Spinx trouxe estabilidade, tomando decisões inteligentes no meio dos rounds que mantiveram a equipe unida.
  • Brollan e jimmphat talvez não tenham liderado o placar, mas o “trabalho sujo” deles — vencendo duelos complicados, segurando sites e criando espaço — deu às estrelas espaço para brilhar.

Foi o clássico MOUZ: cálculo frio, disciplina de equipe e as decisões certas nos momentos que mais importaram.

FURIA: uma saída valente

A FURIA do Brasil deixa Colônia — mas de cabeça erguida.

  • molody mais uma vez se destacou como o líder incontestável — sua agressividade em Train e a calma em Mirage mantiveram a série viva.
  • YEKINDAR e KSCERATO criaram pressão constante, testando as defesas da MOUZ e forçando reações, enquanto FalleN usou sua vasta experiência para manter o time estruturado e confiante.

Mas desta vez, simplesmente não foi suficiente: a estrutura e a disciplina da MOUZ neutralizaram a agressividade caótica que alimenta a FURIA.

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Jogador da Partida – Danil “molody” Golubenko

Mesmo na derrota, os holofotes estavam sobre Danil “molody” Golubenko.

Seus 68–45 K/D, 1.21 de rating e 79,3% KAST mostram um jogador que carregou mais do que sua parte. Em Train, as entradas destemidas de molody definiram o tom para a FURIA, e em Mirage, suas kills iniciais e clutches mantiveram o time vivo muito mais tempo do que se esperava.

Com 83% dos votos dos fãs para MVP, molody provou que é muito mais do que uma promessa em ascensão — ele já é um pilar desta equipe e uma das estrelas mais brilhantes do CS2 brasileiro.

E agora?

A MOUZ avança para as semifinais do IEM Cologne 2025, parecendo em todos os aspectos uma equipe pronta para lutar pelo troféu. Sua mistura de compostura, capacidade de clutch e disciplina tática a torna uma das equipes mais perigosas restantes no torneio.

A FURIA, por sua vez, encerra sua campanha aqui — mas não em desonra. Foi uma performance cheia de coração e ambição, e envia uma mensagem clara: os brasileiros voltarão — mais fortes, mais famintos e prontos para a redenção.

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