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MOUZ derrota Imperial por 2:1 no BLAST Open London 2025 e se vinga da derrota do ano passado

Notícias
ago 28
7 visualizações 3 minutos de leitura

A upper bracket do Grupo B no BLAST Open London trouxe mais um confronto emocionante — MOUZ contra Imperial. A série terminou 2:1 a favor do lado europeu, mesmo com os brasileiros dominando completamente o mapa inicial. Após um início desastroso em Overpass, a MOUZ mostrou resiliência e conseguiu virar o jogo com vitórias convincentes em Mirage e Nuke.

Visão geral da partida

Overpass — um banho de água fria (2:13)

A Imperial mostrou domínio absoluto no seu pick. Sua defesa parecia inquebrável e suas execuções agressivas no ataque não deram nenhuma chance à MOUZ. O mapa terminou em um chocante 2:13, sinalizando aos europeus que eram necessários ajustes drásticos.

Mirage — retomando o controle (13:4)

No seu próprio pick, a MOUZ apresentou uma face completamente diferente. Uma defesa coesa, rotações rápidas e o brilho individual de torzsi e xertioN garantiram uma vantagem confortável. A Imperial parecia perdida e não conseguiu reagir, caindo por 4:13.

Nuke — o golpe final (13:7)

O mapa decisivo começou como uma batalha equilibrada, com o primeiro tempo terminando em 8:7 para a MOUZ. Mas após a troca de lados, os europeus assumiram total controle e não cederam um único round na defesa. Nuke fechou a série com vitória de 13:7 para a MOUZ.

Estatísticas dos jogadores da partida

Confronto anterior

Essa vitória teve um significado especial para a MOUZ, já que seu último encontro com a Imperial na ESL Pro League Season 20 (setembro de 2024) terminou em derrota. Naquela ocasião, os brasileiros comemoraram um 2:0, vencendo Dust2 (16:14) e Inferno (16:13). Por isso, o jogo de hoje serviu como vingança e acerto de contas para a MOUZ.

Desempenho dos vencedores: MOUZ

A MOUZ demonstrou força mental e adaptabilidade ao cenário da partida. Embora seu jogo tenha desmoronado em Overpass, no Mirage eles foram serenos, metódicos e agressivos. O destaque foi Dorian “xertioN” Berman, que terminou a série com rating 1.39, ADR alto (86.8) e várias multi-kills decisivas. Outro pilar da equipe foi Ádám “torzsi” Torzsás (rating 1.35), cuja consistência com a AWP permitiu à MOUZ ditar o ritmo.

O jogo da Imperial: da dominação ao colapso

A Imperial impressionou com um início poderoso, mas depois do Overpass tudo desmoronou. Seu ataque em Mirage pareceu impotente, e suas execuções em Nuke não surtiram efeito. O melhor jogador foi Felipe “skullz” Medeiros (rating 1.26), mas não foi suficiente. Kaiky “noway” Santos (rating 0.69) teve uma série particularmente difícil e acabou se tornando o elo fraco nos momentos decisivos.

MVP da partida: xertioN

O MVP indiscutível foi Dorian “xertioN” Berman. Ele não apenas apresentou números excelentes (+10 K-D), mas também venceu rounds cruciais em Mirage e Nuke, onde suas jogadas agressivas mudaram o equilíbrio a favor da MOUZ. Estatísticas do MVP:

  • K-D: 43–33
  • ADR: 86.8
  • Rating 3.0: 1.39
  • KAST: 82.7 %

xertioN foi a força motriz por trás da recuperação da MOUZ após o início desastroso.

Com esta vitória, a MOUZ não apenas avançou mais na upper bracket do BLAST Open, mas também conquistou uma importante revanche psicológica contra a Imperial. Para os brasileiros, no entanto, essa derrota serviu como lembrete da inconsistência que os impede de competir a longo prazo com os gigantes europeus.

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